Resenha: A Estrada – Cormac McCarthy

A Estrada, de Cormac McCarthy, é um livro curto com prosa simples e uma ideia que pode ser resumida em uma única frase: Pai e filho migram em um mundo apocalíptico. Fim. É isso. Só isso mesmo.

Up e os Personagens de Contraponto

Como vimos na estrutura em Sete Passos, é importante dar uma necessidade ao herói, algo que ele precisa aprender ou evoluir, mas que não é de sua consciência, e um desejo, algo que ele quer abertamente. No mundo ideal, essa necessidade e esse desejo devem conflitar no interior do personagem, e tal conflito deve ser…

Resenha: Os Sete – André Vianco

Poucos livros me foram tão recomendados quanto Os Sete, do André Vianco. Tenho lido muitos títulos brasileiros, e fantasia sempre foi uma categoria que me cativou muito, então era esperado que os vampiros d“O Mestre do Terror Brasileiro” acabassem virando a bola da vez. Não sei se foi a expectativa estar lá em cima, ou…

Resenha: A Fúria do Assassino – Robin Hobb

Assim como o final do primeiro livro deu ânimo para o segundo, o final de O Assassino do Rei dá força para a história continuar em A Fúria do Assassino. O que é uma grande tristeza pois A Fúria do Assassino é, de longe, o pior da trilogia.

Os 12 Passos da Jornada do Herói

Explicar a Jornada do Herói é “chover no molhado”, mas algumas pessoas pediram para eu falar sobre o conceito. Normalmente fórmulas específicas tendem a aprisionar um pouco a criatividade, mas a Jornada do Herói dá algumas diretrizes bem amplas, facilitando o trabalho ao invés de engessar. Quase como os 7 Passos do John Truby. A…

Resenha: O Assassino do Rei – Robin Hobb

O primeiro livro dA Saga do Assassino termina dando um novo ânimo a obra e novas tramas a serem exploradas. O final apresenta alguns mistérios e um ritmo diferente a um livro que vinha até então meio lento. Se a autora conseguisse capitalizar a construção para mudar o clima de marasmo o segundo livro, O…

As 3 Regras para Criar Tensão

A melhor maneira de manter um leitor engajado é criando cenários que reforcem sua curiosidade. Seja no longo prazo (“Eu quero saber como a história termina!”) quanto no curto prazo (“O que está atrás daquela porta?”) a curiosidade é uma das maiores forças na criação de histórias.